Plano de Integração digital do
Movimento Nacional de Residências em Saúde
P.I.D. MNRS | Ciclo 2026-2028
ATENÇÃO: Confira o Anexo 2 na última página antes de ler! (Aviso a ser removido)
Do ENRS à infraestrutura digital para Coletivos Regionais
Há três anos, MNRS e Utopiaᵈ vêm construindo e validando, juntos, uma infraestrutura digital própria para as Residências em Saúde. O que começou atendendo às necessidades de um Encontro Nacional evoluiu para um ecossistema com plataforma, inscrições, trabalhos científicos, transmissões, certificados, suporte, dados, comunicação, intermediação financeira, fotos e até mesmo publicação dos Anais com ISSN próprio.
O 16º ENRS encerra esse primeiro ciclo de validação. A proposta agora é transformar tudo o que já construímos em uma infraestrutura permanente: MNRS.digital - Uma plataforma para o Movimento existir digitalmente durante todo o ano, conectando pessoas, coletivos, gestão, eventos, conhecimento, dados, finanças e memória.
A Utopiaᵈ nasceu em 2022 com a visão de evoluir para uma estrutura coletiva digital, com possibilidade futura de constituição de uma organização sem fins lucrativos, etapa em planejamento para 2027 e validada nos últimos 4 anos. Com propósito principal de dar visibilidade e gerar infraestrutura digital para projetos com impacto social, nossa jornada se entrelaçou com o MNRS em 2024, e desde lá, mesmo em meio a tantos outros projetos sendo executados, tomou nossos corações com vitalidade de propósito humano, com a esperança de realmente gerar impacto na nossa sociedade, o que se provou real a cada Encontro realizado.
Nessa atuação percebemos que o MNRS não vive só nos dias do Encontro Nacional. Ele é feito, o ano inteiro, pelos coletivos regionais, nos fóruns, nas mobilizações locais, nas residências de cada território e a cada novo articulador que dedica tempo para construir cada iniciativa vinculada. O Plano de Integração Digital (PID) nasce para levar essa mesma infraestrutura até lá, em cada região e colegiado, preparando um MNRS mais integrado, organizado, transparente, engajado e evoluído, sem esperar o evento nacional para começar a construir.
2026 consolidou que conseguimos fazer.
2027 pode mostrar até onde conseguimos chegar juntos.
Uma visita ao nosso histórico validado
Durante estes 3 anos de atuação, avaliamos a metodologia, plataforma e gestão digital, tanto com o Movimento Nacional de Residências em Saúde, assim como no Coletivo Gaúcho de Residências em Saúde, onde nossa conexão iniciou em 2024, e concebeu o piloto para demais visões. Confira os dados resumidos e links de conteúdos vinculados:
2024 | 14º ENRS | Belém/PA - 26 a 29/08/2024
Primeiro ciclo de plataforma, jornada digital, domínio, certificados, servidor e assessoria. (Utopiaᵈ não foi responsável pela captação e transmissão)
- Investimento digital em Utopiaᵈ: R$ 13.311,70
- Inscritos totais confirmados: 2.806
- Captação das Inscrições: R$ 251.178,74
→ Acessar plataforma MNRS 2024
2024 | XI EGRS | São Leopoldo/RS - 11 a 14/11/2024 (Coletivo Gaúcho)
Primeiro ciclo de plataforma para coletivos regionais, jornada digital, domínio, certificados, servidor e assessoria. Desde esse evento regional já atuamos 100% de forma online, sem precisar equipe presencial durante o evento, consolidando o formato digital pleno de assessoria aos coletivos. Também incluímos no EGRS o formato de pagamento dos serviços e custos operacionais, por resultado de inscrição, por conta de ausência de caixa no coletivo regional
- Investimento digital em Utopiaᵈ: R$ 2.400,00
- Inscritos totais confirmados: 609
- Captação das Inscrições: R$ 9.000,00
→ Prestação de Contas do XI EGRS
→ Portal de Transparência do EGRS 2024 e 2026
2025 | 15º ENRS | Vitória/ES - 21 a 24/10/2025
Ampliação da infraestrutura com plataforma própria, submissões melhoradas, captação e transmissão, streaming, hospedagem e operação presencial/online.
- Investimento digital em Utopiaᵈ: R$ 24.083,00
- Inscritos totais confirmados: 3.200
- Captação das Inscrições: R$ 260.898,00
→ Acessar plataforma MNRS 2025
2026 | XII EGRS | Porto Alegre/RS - 01 a 03/06/2026 (Coletivo Gaúcho)
Integração completa com a Rede MNRS, para inscrição era necessário realizar o cadastro no MNRS, o formato de pagamento via resultado das inscrições foi mantido, e além da intermediação Utopiaᵈ foi usada como produtora do evento, ou seja, todo o financeiro foi gerenciado pelo Utopay, com respaldo fiscal e financeiro auditado. Este formato financeiro integrado foi usado como projeto piloto visando já o PID.
- Investimento digital em Utopiaᵈ: R$ 6.609,00 (Incluso taxas e imposto)
- Inscritos totais confirmados: 574
- Captação das Inscrições: R$ 21.469,00
→ Portal de Transparência do EGRS 2024 e 2026
→ Proposta digital aprovada para o XII EGRS 2026
→ Acessar plataforma atual do Coletivo Gaúcho (CGRS.com.br)
2026 | 16º ENRS | João Pessoa/PB - 17 a 21/08/2026
Consolidação da nova plataforma integrada (baseada em Lovable.dev), investimos na ampliação de servidores, transmissão, Utopay, trabalhos científicos e experiência digital completa aos inscritos.
- Investimento digital em Utopiaᵈ: R$ 29.453,00
- Inscritos totais confirmados: 4.472
- Captação das Inscrições Total: R$ 361.272,00 (inclui a taxa de R$3/pagante)
- Captação das Inscrições - Repasse Líquido: R$ 348.279,00
→ Prestação de Contas Preliminar | Intermediação Digital das Inscrições
→ Proposta/contratação digital detalhada do 16º ENRS
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Plataforma e Sistemas integrados:
→ MovimentoResidenciasemSaude.org | Plataforma da rede MNRS
→ ENRS.digital | operação do Encontro Nacional
→ Trabalhos.ENRS.digital | produção científica
→ Financeiro.ENRS.digital | operação financeira
→ Anais.ENRS.digital | repositório científico
→ Fotos.ENRS.digital | arquivo de fotos
→ Relatoria.ENRS.digital | Banco de dados
O ano de 2026 consolidou também a natureza voluntária da atuação da Utopiaᵈ no evento: foi o primeiro ciclo em que não incluímos no orçamento margem de lucro nem remuneração da equipe envolvida. Todo o trabalho foi realizado em regime de colaboração.
Para fins comparativos: na Lovable.dev, nossa parceria tecnológica (ativada somente após a aprovação da proposta digital do 16º ENRS), foram consumidos 3.944 créditos no projeto da Rede MNRS, no valor de US$ 2.366,88, convertidos em R$ 12.628,31. Somando os 933 créditos do projeto piloto com o Coletivo Gaúcho de Residências em Saúde, chega-se a um investimento da Utopiaᵈ de R$ 15.615,08 na infraestrutura digital, valor que não foi e não será repassado ao MNRS.
Há ainda um segundo ganho a partir do próximo ENRS: os valores destinados à locação de equipamentos de transmissão, descritos nas propostas aprovadas desde 2025, foram convertidos em equipamentos próprios, adquiridos e subsidiados pela Utopiaᵈ. Com isso, a locação desses itens deixa de ser um custo vinculado à proposta digital de investimento no 17º ENRS, que já nasce com essa estrutura absorvida.
Reforçamos, como já registrado em reuniões, que a atuação do Guardião Digital Rafa SD e de Igor Xavier é voluntária, sem acréscimo aos custos descritos nas propostas apresentadas. Tudo isso firma uma atuação focada no impacto social vinculado ao serviço prestado pela Utopiaᵈ ao Movimento, compromisso já compartilhado publicamente, inclusive do palco do evento, em várias ocasiões.
Nossa missão, registrada no próprio Manifesto de Utopiaᵈ, é a continuidade digital de todos os projetos que geram impacto social, prioritariamente quando se trata de organizações e coletivos sociais, como é diretamente o caso do MNRS.
*Nosso desafio digital atual dentro do MNRS*
O Movimento já tem força nacional, colaborativa e ativa dentro dos colegiados do fórum e comissões do ENRS, mas as avaliações da relatoria.enrs.digital apontaram ainda fragmentação em alguns eixos:
- coletivos regionais sem infraestrutura própria ou continuada;
- eventos regionais organizados com ferramentas desconectadas e onerosas;
- memória dispersa entre edições e grupos, fóruns, coletivos;
- dados pouco integrados entre o nacional e os territórios;
- financeiro ainda sensível (dependência de CPF de pessoas físicas);
- participação digital intensa, mas sem fluxo permanente de colaboração.
*As frentes de atuação para criar soluções e objetivos norteadores*
O PID é um plano de 12 meses para integrar digitalmente o MNRS até a realização do 17º ENRS, executado através da plataforma digital.
- Frente 1 · Infraestrutura digital para os coletivos regionais
Páginas regionais próprias, calendário, comunicação, histórico e organização territorial: cada coletivo passa a existir digitalmente com identidade e autonomia, dentro da Rede MNRS. (Modelo inicial validado: CGRS.com.br)
- Frente 2 · Encontros regionais (1º semestre de 2027)
Realizados pelos próprios coletivos regionais, amparados pela mesma plataforma que já validamos com o Coletivo Gaúcho de Residentes em Saúde (CGRS): inscrição, gestão financeira segregada e transparente, sem envolver CPF de integrantes, com responsabilidade vinculada ao coletivo e sua coordenação.
- Frente 3 · Polos regionais semipresenciais no 17º ENRS (2º semestre de 2027)
Pontos de transmissão organizados pelos próprios coletivos regionais durante os dias de fóruns e grupos de trabalho do Encontro Nacional, conectando quem não pode viajar até a sede: participação de verdade, não apenas acompanhamento a distância.
Neste contexto, consideramos como objetivos norteadores do PID no MNRS:
- fortalecer os coletivos regionais com infraestrutura digital integrada;
- apoiar os encontros regionais previstos para iniciar no fim do 1º semestre de 2027, organizados pelos próprios coletivos, como fizemos no projeto piloto do Coletivo Gaúcho (CGRS) amparados pela plataforma e com os devidos aprimoramentos e redução de custos;
- preparar a prototipação dos polos regionais semipresenciais para testarmos no 17º ENRS (previsto para 2º semestre de 2027);
- organizar dados, memória, transparência e educação;
- ativar a rede de pessoas que querem colaborar com a plataforma;
- Tornar colaborativa a construção de um GT digital dentro do movimento, que por seu princípio de inovação pode otimizar, evoluir e renovar os próprios objetivos norteadores aqui dispostos sempre amparados pela validação técnica e científica dos dados digitais, com respaldo humanizado e acolhedor orientado pela experiência dos usuários digitais.
*Nossa jornada nos próximos 12 meses*
O 17º ENRS está previsto para outubro/novembro de 2027, nesse sentido o PID organiza as próximas ações digitais em quatro fases:
- Outubro a dezembro de 2026 | Conexão
Infraestrutura base dos portais regionais. Organização formal da Rede de Colaboração Digital: as quase 800 pessoas que, na avaliação do 16º ENRS, sinalizaram interesse em ajudar a construir a plataforma do Movimento, são chamadas para um Encontro digital previsto para Outubro/2026 e colaboram para evoluir o PID e pensar em soluções e recursos adicionais.
- Janeiro a junho de 2027 | Operação
Portais regionais já no ar, testados e validados. Realização dos encontros regionais pelos coletivos, amparados pela plataforma, seguindo e melhorando o modelo já validado no Coletivo Gaúcho (CGRS.com.br).
- Julho a Setembro de 2027 | REvolução
Estruturação dos polos semipresenciais. Testes de conexão entre o nível regional e o nacional. Possível realização de um pré-encontro nacional.
- Outubro a Novembro de 2027 — 17º ENRS
O Encontro Nacional acontece com os polos regionais semipresenciais ativos: o Movimento inteiro, conectado digitalmente, de norte a sul.
*O Plano de Integração digital: adaptável e ajustável*
O PID não é criado para ser fixo ou engessado, nossa prioridade é atender aos desafios do MNRS com a melhor integração digital possível e menor custo vinculado, pra isso estabelecemos primeiro a metodologia de gestão colaborativa, o que será executada a partir das ações pré-definidas, que também pode ser ajustadas e adaptadas de acordo com a realidade e definição coletiva definida pelo colegiado do MNRS e os próprios articuladores integrantes do GT digital. Confira as ações previstas:
Coletivos e Encontros regionais: a validação do CGRS aplicada ao Movimento
O XII EGRS (Encontro Gaúcho de Residentes em Saúde) foi a validação prática: site integrado a rede MNRS (CGRS.com.br), todo o financeiro gerenciado via Utopay com conta digital própria da coordenação regional, prestação de contas detalhada e portal de transparência público (financeiro.cgrs.com.br/portal), sem expor CPF de integrantes, com responsabilidade vinculada ao coletivo. Resultados reais: R$ 21.010 arrecadados, R$ 5.345,50 de saldo final já na reserva digital do CGRS, apenas movimentado a partir de reunião oficial e gravada do Colegiado do CGRS. Foram quase 600 inscritos, formato híbrido validado e suporte digital 100% online, sem a necessidade de equipe de Utopiaᵈ presencial.
O PID replica esse modelo nacionalmente, respeitando o tempo e a autonomia de cada coletivo: não é imposição de calendário, é oferta de infraestrutura pronta para quando cada coletivo estiver preparado. Os custos operacionais e de manutenção são reduzidos e menores que os de mercado. Cada encontro regional gera dados quantitativos que alimentam o banco nacional do Movimento (quantos residentes por região, quantas ações, quantas votações) dado útil também para pesquisas sociais, acadêmicas e políticas, tudo integrado à relatoria digital do MNRS.
Viabilização de teste dos Polos regionais semipresenciais no 17º ENRS
Pontos de transmissão organizados pelos próprios coletivos regionais durante os 2 dias de fóruns e grupos de trabalho do Encontro Nacional, reunindo residentes localmente com transmissão e microgrupos interligados. Quem não pode viajar até Campo Grande continua parte do encontro, não apenas assistindo, mas participando com sua região.
A base técnica já existe: o 16º ENRS validou participação online ampliada, transmissões e suporte. A avaliação do GT Digital aponta a evolução do modelo híbrido ao semipresencial como próximo passo. O PID é o caminho prático até lá.
Governança compartilhada
Nossa diretriz central: MNRS decide, Utopiaᵈ viabiliza. A plataforma registra. A documentação comprova. Também são definidos níveis de acesso a dados sensíveis, e padrão de governança digital considerando articuladores, colegiados, comissões e grupos de trabalho.
O MNRS permanece proprietário de sua governança, identidade, memória, conteúdos, dados, documentos, domínios e estruturas desenvolvidas para o projeto. Vale reforçar que a equipe Utopiaᵈ atua como guardiã digital, não proprietários ou gestores, e por definição não tem direito a voto no MNRS.
Base fiscal e jurídica: a Associação sem fins lucrativos de Utopiaᵈ
A criação da Associação sem fins lucrativos da Utopiaᵈ, em planejamento desde 2023, prevista para ser constituída oficialmente no último trimestre de 2026, será parte da infraestrutura institucional deste ciclo. Ela pode ajudar a: captar investimentos e apoios institucionais com mais segurança;
- operar projetos sociais como gestora do projeto social, é ela quem passa a promover o evento, não uma empresa comercial;
- reduzir riscos de uso de CPF ou CNPJ de iniciativa privada;
- criar base para gestão financeira com menor impacto tributário, conforme validação contábil e jurídica;
- dar tempo ao MNRS para discutir se deseja ou não estruturar um CNPJ próprio.
*Observação importante: *qualquer modelo tributário ou jurídico será validado com apoio contábil e jurídico antes da aplicação. A governança não muda: a Associação é infraestrutura de apoio disponibilizada por Utopiaᵈ, nunca substitui a voz e autonomia do Movimento.
Gestão financeira integrada
Como evolução do modelo já validado com o Coletivo Gaúcho, o PID também propõe avaliar a utilização do Utopay como infraestrutura de gestão financeira dos projetos do MNRS e do 17º ENRS, com conta digital própria do projeto, registros segregados, acompanhamento dos recursos e portal público de transparência.
A proposta busca enfrentar um dos desafios já identificados pelo Movimento: a dependência de CPF de integrantes para gestão de recursos, oferecendo uma estrutura com maior segurança fiscal, jurídica, financeira e documental. O modelo detalhado, incluindo cenários tributários, responsabilidades, transparência e integração futura com a Associação Utopiaᵈ, consta em Anexo específico de Proposta Financeira, para apreciação conjunta do Colegiado do MNRS, Comissão Organizadora e responsáveis pela gestão financeira do 17º ENRS.
Documentação científica: o que esse processo vai virar
Nós já temos trabalho científico sobre essa infraestrutura que estamos criando, aprovado no e publicado no 16º ENRS, e vamos ampliá-lo. O objetivo é documentar, científica e academicamente, todo esse processo que está acontecendo no movimento, para que ele se torne uma referência de possível modelo de iniciativa social digitalmente organizada.
→ Acesse o Trabalho de Relato de Experiência submetido e aprovado no 16º ENRS:
*O investimento proposto para essa etapa do PID*
Para viabilizar maior fluidez nessas ações previstas recebemos uma sugestão, com isso criamos uma proposta de possibilidade para apoiar financeiramente as demandas e custos operacionais que teremos em Utopiaᵈ, que seria a antecipação das estruturas digitais das edições de 2027 e 2028 além de apontar um valor referente a operacionalidade da implantação e evolução da Plataforma Integrada do MNRS junto ao PID, os valores seriam:
- R$ 27.888: Antecipação das proposta digital para o 17º ENRS (2027), incluindo todos os eixos de ativação da plataforma, servidores, transmissão digital, equipe presencial (incluso custos de translado e hospedagem) e equipamento adicional já validado (mesa de som, microfones, notebooks, etc);
- R$ 15.055: antecipação das proposta digital do 18º ENRS (2028), apenas não inclui a equipe presencial (incluso custos de translado e hospedagem) por conta da definição de local;
- R$ 26.057: implantação e evolução da Plataforma Integrada do MNRS, que incluiria todas as ações previstas no PID (portais dos coletivos regionais, encontros regionais, dados, memória, transparência, educação, etc.).
Sendo assim o valor total do investimento para viabilidade fluída do PID é de R$ 69.000,00, liberados assim que possível para iniciarmos o cronograma previsto acima e todas as ações.
Compromisso incondicional: com ou sem investimento, vamos continuar!
Por causa dos outros projetos da Redeᵈ e de outras demandas, precisa ficar claro: mesmo que o plano não seja aprovado na íntegra, mesmo que o investimento não seja liberado por qualquer questão, a Utopiaᵈ ainda vai continuar fazendo. A continuidade da nossa colaboração não depende da aprovação integral do investimento. A velocidade, a abrangência e a capacidade de executar o PID no cronograma proposto, sim. Por nós. E quando falamos de nós, incluímos todos: o movimento como um todo.
É importante deixar claro o que o orçamento representa: ele não é um ideal, é o mínimo que precisamos para executar tudo isso com maior velocidade e menos desafios, já garantindo também entregas futuras já validadas pelo nosso histórico. Se não for viável o investimento, vamos continuar fazendo, mesmo que um pouco mais devagar com recursos compartilhados pelo organismo digital de Utopiaᵈ.
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*A proposta do PID para o MNRS em três etapas de tempo*
A proposta se organiza em três etapas, definidas também por decurso de tempo: o que precisa ser analisado agora, o que será avaliado nos próximos três meses e o que se consolida em nove meses.
Etapa 1 · Curto prazo (análise imediata): aprovar o Plano de Integração Digital
A primeira etapa é a aprovação do PID pelo colegiado, incluindo o cronograma de atuação, o Encontro digital (webinar de mobilização dos apoiadores) e toda a estrutura já prevista dentro do valor orçado. Essa aprovação libera o investimento da antecipação das estruturas digitais de 2027 e 2028, mais um investimento adicional destinado à integração com os coletivos regionais: criação dos sites, registro dos domínios e toda a estrutura prevista para cada coletivo.
Caso o valor integral não seja aprovado, abre-se espaço para uma contraproposta: um valor X destinado a dar vazão ao que precisa começar agora. O prazo não pode esperar, porque a energia precisa ser aproveitada: são quase 800 pessoas que disseram, na avaliação do 16º ENRS, que querem ajudar. O Encontro digital irá acontecer em 22/10 às 19:30, dentro do nosso evento “1º Encontro: Conexão digital” (conexao.uto.digital), onde reuniremos o articuladores digitais para a implantação do PID. A Utopiaᵈ fica por trás dessa estrutura, guiando as ações e medindo os impactos que elas geram.
Etapa 2 · Médio prazo: o piloto da Residência Digital em Saúde
\*Prazo para análise e implantação: até 6 meses
A segunda etapa do PID propõe a criação de um piloto remunerado de Residência Digital em Saúde: um ciclo experimental de formação e atuação prática voltado ao fortalecimento da infraestrutura digital do MNRS e ao desenvolvimento de novas competências para a saúde no Brasil.
A proposta parte de uma primeira vaga, com possibilidade de expansão progressiva para até três residentes. O modelo é simples: o primeiro residente é formado dentro da própria operação e, à medida que o piloto amadurece, contribui para a integração e formação dos próximos. Dessa forma, além de ampliar a capacidade da equipe, o programa começa a produzir conhecimento, metodologia e continuidade.
O residente digital poderá atuar, de forma remota e a partir de qualquer região do país, em frentes como:
- organização e operação das plataformas digitais do movimento;
- apoio à gestão de dados, processos, comunicação e canais;
- conexão digital com fóruns e coletivos regionais;
- apoio às ações, plenárias e atividades do MNRS;
- pesquisas e levantamentos relacionados à saúde digital;
- experimentação de novas ferramentas, metodologias e formas de participação;
- apoio à preparação da infraestrutura digital do Encontro Nacional, incluindo salas, fluxos de participação, transmissão, suporte e cuidado digital.
A proposta, portanto, não é apenas incorporar alguém à equipe. É formar uma nova função dentro do movimento, capaz de compreender simultaneamente saúde, participação social, organização coletiva, tecnologia e infraestrutura digital.
Um ciclo de experimentação e formação
O piloto poderá ser estruturado em ciclos de 3, 6 ou 9 meses, com avaliação inicialmente trimestral. Cada ciclo deverá produzir indicadores quantitativos e qualitativos sobre o impacto da atuação: capacidade operacional gerada, processos aprimorados, pesquisas desenvolvidas, conexões estabelecidas, participação dos coletivos e soluções digitais experimentadas.
Ao final de cada período será possível avaliar a continuidade, ampliação ou reformulação do programa. A expectativa é que, ao término do primeiro ciclo, o MNRS já tenha não apenas maior capacidade de execução, mas também um primeiro modelo documentado de formação em Residência Digital em Saúde, incluindo plano formativo, atividades, métodos de acompanhamento, registros de experiência e resultados.
Do piloto a uma nova possibilidade de formação em saúde
Neste primeiro momento, a Residência Digital em Saúde não será uma residência oficial ou regulamentada. O piloto será uma experiência formativa independente, inspirada na lógica das residências em saúde e estruturada para que possa, futuramente, dialogar com instituições de ensino, programas de residência, órgãos públicos e demais parceiros.
Por isso, sua construção deverá envolver pessoas que já conhecem profundamente o campo das residências: residentes, articuladores, preceptores, tutores e coordenadores ligados ao próprio movimento. Essa aproximação permitirá desenvolver desde o início uma experiência consistente, documentada e passível de avaliação.
Com a conclusão do piloto, o MNRS poderá chegar ao próximo ciclo com algo que hoje ainda não existe de forma estruturada: uma experiência concreta e documentada de formação para atuação no campo da saúde digital. Esse resultado pode abrir caminhos para novas pesquisas, parcerias acadêmicas, captação de recursos e, no longo prazo, para a construção de um programa institucional de formação ou residência voltado à saúde digital no Brasil.
Para a primeira vaga, propõe-se como referência:
- Bolsa mensal: R$ 2.100,00;
- Carga horária sugerida: 24 horas semanais, aproximadamente 120 horas mensais, sem exclusividade;
- Gestão administrativa: 10%, destinada à documentação, acompanhamento, gestão contratual e demais custos operacionais;
- Ciclo inicial: 3 meses;
- Carga horária estimada do ciclo: 360 horas;
- Investimento total por ciclo trimestral: R$ 6.930,00 por residente digital.
Antes da abertura da vaga, o recurso correspondente ao ciclo trimestral será destinado a uma reserva de garantia na Utopiaᵈ. A partir da seleção e formalização do residente, a Utopiaᵈ realiza a gestão administrativa e os pagamentos mensais previstos no período. Esse modelo garante que uma vaga somente seja aberta quando houver recursos assegurados para todo o ciclo, oferecendo previsibilidade tanto para o projeto quanto para o residente selecionado.
A gestão da Residência Digital em Saúde não exige a criação de uma nova estrutura administrativa isolada. Ela se integra diretamente ao que o próprio PID já propõe: organização de processos, documentação, integração de projetos e construção de um modelo cooperativo de atuação dentro do ecossistema Utopiaᵈ. É justamente essa integração que torna o piloto operacionalmente viável. Mais do que uma contratação convencional, a proposta cria uma relação de formação, cooperação e produção compartilhada de capacidade: enquanto o residente aprende e desenvolve experiência, o MNRS amplia sua infraestrutura, registra conhecimento e fortalece sua autonomia digital.
O resultado esperado é um ciclo virtuoso: uma pessoa entra para ajudar a construir o digital do movimento e, ao mesmo tempo, aprende a formar outras pessoas para continuar essa construção. Assim, a Residência Digital em Saúde pode começar com uma única vaga, mas nasce desenhada para produzir algo maior: pessoas, conhecimento e infraestrutura capazes de permanecer no movimento para além de um projeto ou de uma edição do Encontro Nacional.
Etapa 3 · Longo prazo: Consolidação institucional e integração com o 17º ENRS
\*Prazo previsto: até 9 meses
A terceira etapa prevê a consolidação da Associação Utopiaᵈ, instituição independente do MNRS e estruturada para apoiar projetos de impacto social. Sua constituição, manutenção e responsabilidades jurídicas, fiscais, contábeis e administrativas pertencem exclusivamente à própria Utopiaᵈ, sem gerar obrigações institucionais para o Movimento.
No PID, a Associação atua como infraestrutura de apoio para a gestão dos projetos digitais, podendo viabilizar operações administrativas e financeiras, documentação, prestação de contas, captação de recursos de fontes identificáveis e rastreáveis e maior transparência sobre os fluxos vinculados às ações desenvolvidas em parceria.
Essa estrutura estará diretamente relacionada à preparação do 17º ENRS. Por isso, qualquer modelo envolvendo produção, operação financeira ou gestão institucional do evento deverá ser apreciado conjuntamente pelo Colegiado do MNRS e pela Comissão Organizadora do 17º ENRS, especialmente pelas instâncias responsáveis pela gestão financeira.
A lógica permanece simples:
- o MNRS decide e mantém sua governança;
- a Associação Utopiaᵈ oferece suporte institucional e administrativo via GT digital;
- a Utopiaᵈ desenvolve e opera a infraestrutura digital necessária.
A Associação não substitui colegiados, fóruns, comissões ou demais instâncias do Movimento, nem interfere em suas decisões. Sua função é viabilizar a execução dos projetos com maior segurança, organização, rastreabilidade e transparência. Da mesma forma, a atuação da Utopiaᵈ e de sua equipe permanece orientada por isonomia e imparcialidade, sem função deliberativa dentro do MNRS. O papel da equipe é transformar as demandas, necessidades e decisões coletivas em infraestrutura digital funcional, acessível e escalável.
Os dados, documentos, registros, históricos e informações produzidos pelas ações do próprio Movimento permanecem vinculados à governança do MNRS, com mecanismos de acesso, proteção, transparência e acompanhamento definidos em conjunto. A infraestrutura digital deve ampliar esse controle, e não transferi-lo. Com a Associação consolidada, também poderão ser estudados modelos jurídicos e fiscais mais adequados à natureza social dos projetos, inclusive possibilidades de redução de custos e ampliação da captação institucional, sempre mediante validação contábil e jurídica.
O objetivo final é criar uma estrutura que permita ao MNRS crescer com mais segurança e autonomia, reduzindo dependências de CPF de integrantes, ampliando a transparência financeira e fortalecendo a capacidade de gerir projetos de alcance nacional.
As três etapas do PID
- Etapa 1 · Integração: Implantar o PID, conectar coletivos, estruturar o GT Digital e ampliar a infraestrutura permanente do MNRS.
- Etapa 2 · Formação: Testar a Residência Digital em Saúde, formando pessoas capazes de atuar, evoluir e multiplicar essa infraestrutura.
- Etapa 3 · Sustentação: Consolidar a estrutura institucional, administrativa e financeira necessária para apoiar o 17º ENRS e os projetos futuros.
Em síntese: primeiro integramos a infraestrutura, depois formamos pessoas para operá-la e, por fim, criamos condições institucionais para sustentá-la e ampliá-la.
*Previsão do Cronograma do PID | Linha do Tempo*
- Agora: análise e deliberação do PID - Votação pelo Colegiado do MNRS até 08/10;
- próximos 45 dias: Encontro Digital (22/10 - 19:30) e mobilização do GT Digital;
- até 6 meses: análise e possível início da Residência Digital em Saúde;
- até 9 meses: consolidação da Associação Utopiaᵈ e definição do modelo institucional em conjunto com o MNRS e a organização do 17º ENRS;
- 1º semestre/2027: fortalecimento dos coletivos e encontros regionais;
- 2º semestre/2027: preparação dos polos regionais e da infraestrutura nacional;
- Outubro a novembro/2027: realização prevista do 17º ENRS.
A aprovação do PID não antecipa automaticamente as decisões das etapas seguintes, mas inicia um processo progressivo de construção, teste, avaliação e deliberação coletiva. O objetivo é chegar ao ENRS com mais do que uma plataforma reorganizada: uma rede integrada, pessoas preparadas, processos transparentes e uma infraestrutura capaz de ampliar a participação, a organização e o impacto das Residências em Saúde no Brasil.
*Depoimento de quem acompanha nossa Jornada*
“Nós agradecemos demais a oportunidade de ser ouvidos. Não só nos permitiu fazer e impactar da forma como ajudamos até hoje, mas nos fez chorar de alegria por todos esses anos de encontros que devolveram, de novo, um sentido de esperança na humanidade. Trouxe novas camadas de possibilidades, não só pelos recursos atribuídos, mas pelo propósito atrelado a cada um dos integrantes. Mudou tudo, porque mostrou que é possível.
É por isso que pulsa. Porque vemos em todos o querer fazer mais e melhor pela saúde dos residentes, preceptores, tutores, coordenadores, apoiadores, pacientes, cidadãos, enfim, do ser humano. Virou a chave. O ponto de convergência onde tudo aquilo que parecia impossível não mais o é. E nunca será, porque ninguém para mais esse movimento. Isso faz as lágrimas caírem abundantes: pois o propósito está claro, e só precisamos fazer. E o mais incrível disso tudo: vamos construir juntos. Grato a todos nós. Uma linda jornada...”
Rafa SD, Guardião digital
*Concluindo, vamos juntos sempre…*
O PID não é apenas uma proposta técnica, mas sim um convite para que o Movimento fortaleça sua própria presença digital de forma permanente, colaborativa e transparente, conectando o nacional, os coletivos regionais e as pessoas que constroem diariamente as Residências em Saúde no Brasil. Mais do que desenvolver plataformas, a proposta é criar condições para que humanos, conhecimento, memória, participação e infraestrutura permaneçam conectados ao longo do tempo. Se conseguirmos fazer isso juntos, o digital deixa de ser apenas uma ferramenta do Movimento e passa a ser parte da infraestrutura que amplia sua capacidade de existir, participar, organizar e transformar.
"Todas as coisas são impossíveis até que acontecem.
E então se tornam inevitáveis." 1965 | Paul Eldridge.
*Uma linda jornada pra nós🖖🏾 *
17 de setembro de 2026* *
*Cocriado com QuanticaIA | quantica.uto.digital*
Anexo 1 · Proposta de Gestão Financeira Integrada via Utopay
*Uma infraestrutura financeira própria para os projetos do MNRS*
Como parte complementar do Plano de Integração Digital, propõe-se avaliar a adoção do Utopay como infraestrutura de gestão financeira dos projetos vinculados ao MNRS, especialmente para o 17º ENRS e demais ações que demandem arrecadação, pagamentos, reservas, prestação de contas e acompanhamento financeiro.
A proposta parte de um problema já identificado pelo próprio PID: a gestão de valores por meio de CPF de integrantes do Movimento gera exposição e limitações fiscais, jurídicas e administrativas. O objetivo é substituir progressivamente essa dependência por uma estrutura institucional, rastreável e transparente. Cada projeto poderá possuir sua própria conta digital dentro do Utopay, mantendo os recursos, movimentações e registros separados dos demais projetos. Nesse ambiente, o MNRS poderá acompanhar:
- valores arrecadados;
- entradas e saídas;
- pagamentos realizados;
- despesas e documentos vinculados;
- reservas financeiras;
- repasses;
- saldo disponível;
- histórico de movimentações;
- relatórios de prestação de contas.
Parte dessas informações poderá também ser disponibilizada em um Portal de Transparência público, respeitando os níveis de acesso e proteção de dados definidos pelo Movimento. O modelo já possui validação prática no Coletivo Gaúcho de Residentes em Saúde, onde a operação financeira foi integrada ao Utopay, com conta digital própria da coordenação, prestação de contas e portal público de transparência.
Utopiaᵈ como gestora e produtora do projeto
No modelo proposto para o 17º ENRS, a Utopiaᵈ poderá atuar como produtora e gestora financeira do projeto, assumindo a operacionalização dos fluxos, documentação, pagamentos, registros e obrigações vinculadas à execução financeira. Isso permite retirar dos integrantes do Movimento a responsabilidade individual de administrar recursos coletivos por meio de CPF, mantendo a governança e a decisão sobre os recursos sob responsabilidade das instâncias do MNRS. A lógica é:
- o MNRS decide sobre os recursos;
- a Utopiaᵈ executa e documenta;
- o Utopay registra e organiza;
- o Portal de Transparência permite acompanhar.
Possível redução da incidência tributária
O modelo atual utilizado pelo Movimento pode chegar a uma incidência estimada de aproximadamente 27,5%, dependendo da forma como os recursos são recebidos e declarados. Com a Utopiaᵈ assumindo formalmente a produção e gestão financeira do projeto, o cenário preliminar estudado indica a possibilidade de redução dessa incidência para aproximadamente 17%, mantendo documentação fiscal, rastreabilidade e responsabilidade institucional sobre a operação.
Essa diferença pode representar economia significativa especialmente em eventos de maior arrecadação, permitindo que uma parcela maior dos recursos permaneça vinculada às próprias ações do Movimento. Os percentuais apresentados são cenários de referência, não garantias tributárias. O modelo definitivo deverá ser validado contabilmente e juridicamente antes de sua aplicação, considerando a natureza de cada receita, serviço, apoio ou movimentação.
Evolução com a Associação Utopiaᵈ
A constituição da Associação Utopiaᵈ poderá criar uma segunda etapa dessa estrutura. Como organização sem fins lucrativos voltada a projetos de impacto social, a Associação poderá ampliar:
- possibilidades de captação institucional;
- participação em editais e parcerias;
- recebimento de apoios e recursos de fontes identificadas;
- segregação dos recursos por projeto;
- transparência e prestação de contas;
- adequação tributária à natureza social de determinadas atividades.
Dependendo da origem e finalidade dos recursos, poderá haver redução adicional da incidência tributária ou aplicação de regimes específicos, sempre condicionada à análise contábil e jurídica correspondente. A Associação Utopiaᵈ continuará sendo uma instituição independente do MNRS. Sua existência não transfere responsabilidades institucionais ao Movimento e não altera sua governança. Todo recurso administrado dentro desse modelo deverá possuir:
- origem identificada e finalidade definida;
- projeto ao qual está vinculado;
- registros das movimentações;
- documentação fiscal ou administrativa correspondente;
- histórico para prestação de contas;
- mecanismos de auditoria e transparência.
O MNRS mantém a governança sobre a destinação dos recursos de seus projetos. A Utopiaᵈ atua como infraestrutura gestora e executora, sem poder deliberativo sobre o Movimento. A proposta busca, portanto, combinar três elementos:
autonomia do MNRS + segurança institucional + transparência financeira.
O objetivo não é apenas reduzir custos tributários, mas sim construir uma infraestrutura financeira permanente para o Movimento, capaz de substituir soluções improvisadas, reduzir a dependência de pessoas físicas e permitir que os recursos sejam administrados com segurança, transparência e continuidade.
Anexo 2: Recado importante para os leitores deste documento
Participamos da Reunião do Movimento Nacional de Residências em Saúde no dia 17/09/2026, onde o PID foi brevemente apresentado para avaliação e apreciação. Devido às demais pautas prioritárias, ficou definido que seria lido, comentado e avaliado pelos participantes, para que siga para deliberação e votação na próxima reunião do colegiado do MNRS, prevista para 08/10/2026.
Como ainda não houve aprovação deste PID e até por conter ainda conteúdo que possa ser sensível é solicitado o não compartilhamento público do documento, apenas dentro das esferas deliberativas do MNRS e pessoas vinculadas ao projeto. Reforçamos que esse é um Plano em construção colaborativa, ele foi estruturado e preparado por Utopia digital seguindo a compilação de todo o histórico de ações realizadas junto ao Movimento nesses 3 anos, mas como a própria validação desta jornada de atuação demonstrou, só há validade e engajamento nas propostas integradas quando elas partem de uma discussão aberta, coletiva e transparente com o movimento social.
Então fique a vontade para fazer comentários aqui no próprio Google Docs, nos GTs do MNRS, ou ainda encaminhar suas dúvidas e sugestões diretamente para o Guardião digital Rafa SD, nos canais já conhecidos (Whats: 041992460305 / E-mail: [somos@rafa.uto.digital](mailto:somos@rafa.uto.digital)). Esta antecipação em compartilhar as informações e colaborações antes da reunião do dia 08/10 nos ajuda a agilizar as adaptações no texto e também ter celeridade no plano, já que até a reunião estaremos em preparação para o Encontro digital, previsto para final de outubro, onde vamos apresentar e compartilhar o PID com quem disponibilizou apoio ao GT digital na avaliação do 16º ENRS, com cadastrar efetivos com o objetivo de cadastrar e integrar efetivamente os articuladores digitais. Neste sentido segue abaixo o link do trecho desta Apresentação durante a reunião para os participantes que não puderam comparecer à reunião, além de ficar como registro de histórico do próprio PID:
→ Trecho da Apresentação do PID na Reunião do MNRS: (youtu.be/5rWHDWjFjps)
*Sobre Utopiaᵈ e nossa jornada digital institucional compartilhada*
Também compartilhamos abaixo documentos e links que podem auxiliar na compreensão do contexto em que Utopia digital está no seu mapa digital de evolução. Esses documentos ficam disponíveis para que o MNRS possa realizar sua própria diligência sobre a estrutura empresarial responsável pela parceria cooperativa. É válido reforçar que nossa startup social está em uma jornada de validação e operação, cujas etapas são:
- 2021/22: Fase de ideação e construção da tese inicial de Utopia
- 2023: Registro oficial do CNPJ como MEI e início da validação do MVP
- 2026: Transformação de MEI para Intermediadora digital, concluído em 07/2026
- 2026/27: Criação da Associação Utopia (ONG sem fins lucrativos) | em andamento
- 2027/29: Consolidação como Associação/Cooperativa digital, validando 9 anos em evolução de iniciativa privada para estrutura institucional vinculada ao 3º setor.
→ Comprovante público do CNPJ | Utopia digital Ltda.
→ Contrato Social | Utopia digital Ltda (Intermediadora)
→ Histórico de declarações Anuais DASN SIMEI | 2023–2025
→ Declaração de Faturamento 2026 | Assinado pela Contabilidade
Linda jornada pra nós🖖🏾 | 18 de setembro de 2026